Decibéis em palavras simples
O volume é alterado em decibéis (dB). +6 dB dobra a amplitude da onda sonora e soa claramente mais alto; +10 dB é percebido como mais ou menos o dobro do volume. -6 dB corta a amplitude pela metade. A porcentagem ao lado do controle mostra a mesma mudança como fator, por exemplo +6 dB é cerca de 200%.
Aumentar o volume também aumenta os picos. Quando um pico passaria do topo da escala, um corte bruto faria o som estalar. Em vez disso, a ferramenta deixa os picos acima de -1 dB chegarem perto do máximo seguindo uma curva suave, então as partes altas continuam limpas, embora aumentos muito grandes em arquivos que já são altos deixem o som com cara de comprimido.
Normalizar: o mesmo volume em todos os arquivos
Normalizar mede cada arquivo primeiro e depois aplica o ganho necessário para chegar ao alvo. Pico em -1 dB deixa o arquivo o mais alto possível sem distorcer; o resultado depende do único momento mais alto. Os alvos em LUFS medem o volume que as pessoas realmente ouvem, numa média do arquivo inteiro, do jeito que as emissoras fazem (ITU-R BS.1770 com gating). Nossa medição é uma aproximação bem próxima, não um medidor certificado.
-14 LUFS é próximo do volume em que YouTube e Spotify tocam, -16 LUFS é comum em podcasts e fala, e -23 LUFS é o padrão europeu de radiodifusão (EBU R128). Normalizar um lote inteiro de arquivos para o mesmo valor em LUFS deixa uma playlist ou uma série de gravações com volume parecido. A linha do resultado mostra o valor medido e a mudança, por exemplo de -20,3 para -14 LUFS.
Vídeos e formatos
Em vídeos (MP4, MOV, WebM, MKV) só o som muda: a imagem é copiada sem recodificar. Cada arquivo mantém o formato; arquivos FLAC são salvos como WAV, que também é sem perda, porque os navegadores não conseguem gravar FLAC. MP3, M4A e OGG são codificados de novo com bit rate alto, então a qualidade fica próxima do original. O Firefox não consegue criar som AAC, que M4A, MP4 e MOV precisam; para esses, use Chrome, Edge ou Safari.